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Hidroaviões de Casco da Segunda Guerra Mundial
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Do dia 20 às 15:30 h ao dia 22 à mesma hora [Lisboa]

Do dia 20 às 11:30 h ao dia 22 à mesma hora [Brasília]

Nós apresentamos o evento especial ''Floats'' no War Thunder! Com hidroaviões americanos, japoneses e alemães contestando o controlo de pontos localizados à superfície da água. Capture e segure-os posicionando-se na água perto dos porta-aviões. Tome parte desta feroz batalha no mar!

Você pode encontrar o Evento ''Floats'' na secção ''Eventos e Copas/Torneios''!


Tal como o nome sugere, os Hidroaviões de Casco são o um casco de um navio com asas e empenagem, em contraste com os aviões com flutuadores, que possuírem pontões adicionais (também chamados de flutuadores) - ambos os tipos são considerados hidroaviões. Com ¾ da terra coberta com rios, lagos e oceanos utilisáveis pelos hidroaviões, estes foram claras pistas de aterrissagem, pois havia poucas áreas terrestres propícias a voos e não tinham custos de preparação exorbitantes. Enquanto alguns hidroaviões de casco experimentais existiram antes dos Irmãos Wright, não foi até ao inicio dos anos de 1910 que os voos tornaram-se práticos, termo cunhado pelo rival dos Irmãos Wright, Glenn Curtiss.

Os novos motores, poderosos o suficiente para levantar os pesados cascos dos hidroaviões, tiveram um desenvolvimento acelerado, assim como as competições de hidroaviões. Cascos espaçosos não sobrecarregados com trens de aterragem de elevadas massas e atrito permitiram mais espaço para combustível, dando aos hidroaviões de casco alcances superiores à maioria das aeronaves terrestres. Com a disponíbilidade de bastantes pistas de aterrissagem, tornaram-se os prediletos de militares e empresas comerciais.

Enquanto o período entre-guerras viu uma explosão de modelos comerciais, o mais bem sucedido foi o Dornier Do-J Wal (Baleia), mas os militares não estavam muito atrás com conversões e desenhos personalizados. O gigante e soberbamente luxuoso Do-X de 12 motores (o Airbus 380 da altura) bateu recordes de dimensão, e estimulou ainda maiores hidroaviões de casco por todo o mundo, enaltecendo a maravillosa e rica ''Idade dos Hidroaviões de Casco''.

Na guerra, os hidroaviões de casco tornaram-se pivôs no Pacífico, onde o reconhecimento de longo alcance era critico para o controlo dos mares, mas também tiveram um papel vital na Europa para ambos os lados não apenas sobre mar aberto, mas também em rios e lagos, onde as necessidades logísticas eram demasiado urgentes para esperar por uma base terrestre. A logística também conduziu a maiores desenhos, culminando no Blohm & Voss Bv-238, de Martin Mars, e o famoso Hughes H-4 Hercules "Spruce Goose", ainda o recordista de envergadura, mesmo 70 anos mais tarde.


Kawanishi H6K em voo. Note o conjunto de bombas na asa.

Kawanishi H6K

O primeiro grande desenho nativo japonês e de longo alcance, o “Mavis” (alcunha aliada) foi uma aeronave sólida com um enorme alcance de 6500 km (4000 milhas)! Embora estivesse obsoleto em 1941, era ainda uma importante aeronave para os militares japoneses, para detetar movimentos aliados e em certas ocasiões, fazer raides de bombardeamento a distantes posições aliadas como a Austrália. Embora estivesse armado principalmente com cinco metralhadoras Type 92 (cópia da Lewis) de 7.7mm (.30”), também tinha uma arma na cauda de 20 mm Type 99 Mark 1 (uma cópia próxima da Oerlikon FF, de origem comum da alemã MG-FF). Um evento notável foi quando um único Mavis combateu com sucesso ataques de um, talvez dois B-17 que o encontraram a sul de Guadalcanal.


Compartimento das bombas do Sunderland, vista do lado de dentro do avião.​

Short Sunderland

Versão militarizada do famoso hidroavião de casco “Empire”, navio-almirante da Imperial Airways. O Sunderland é uma lenda de entre os hidroaviões tanto na guerra como em paz. É notável a presença de dois compartimentos de bombas recarregáveis em carris que rolavam para fora da duselagem abaixo da asa. A existência de cargas de profundidade melhoradas mais tarde e radares de superfície iniciais, limparam vastas áreas de submarinos. Equipado com nariz, cauda e mais tarde torres dorsais, com até 16 metralhadoras Browning .303 (7.62 mm), ganhou a alcunha de “the flying porcupine”, uma alcunha merecida quando um único Sunderdant abateu não menos que 6 dos 8 caças pesados Ju-88C que o atacaram!


PBY Catalina

Artilheiro de bolha a bombordo do PBY.​

Não foi o barco voador com o melhor comportamento, mas tornou-se o mais reconhecido e lendário de todos. O PBY foi um triunfo do simples e mesmo assim funcional desenho com longo alcance, graças em parte aos flutuadores retráteis. As enormes bolhas na cintura davam uma verificação fácil às atividades inimigas; contribuições significativas foram notadas na deteção do KMS Bismarck, na armada japonesa em aproximação a Midway e outra tentando surpreender a armada do Indico. Apesar das patrulhas, eles também faziam raides noturnos de bases japonesas e Busca e Salvamento, neste último caso, o mais famoso foi o salvamento de 56 sobreviventes do USS Indianapolis, actuando como um barco salva-vidas até que um navio os pudesse recolher a todos, pois estavam demasiados homens a bordo para poderem voar. Após utilizações militares, o seu desenho foi rentável para investimentos comerciais, sendo um dos mais numerosos aviões da Segunda Guerra Mundial nos dias de hoje. 


Autor: Joe “Pony51” Kudrna


Numa das atualizações futuras iremos introduzir o Emblema Viking Longship do 333 Sqn. RAF e o Emblema da United Coasts Guard ao War Thunder:​

Decalques feitos por Colin 'Fenris' Muir e Jej 'CharlieFoxtrot' Ortiz


Já voou hidroaviões de casco no War Thunder?
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